quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

URGENTE - REINTEGRAÇÃO DE POSSE DA OCUPAÇÃO MANOEL CONGO NO VARGAS

Amigos,

amanhã, 11/12, será realizada, às 9 da manhã, na Ocupação Manoel Congo - Vargas/Valença - RJ, o cumprimento da decisão judicial que imite na posse o atual "proprietário" da Fazenda Vargas e Capoeirão, Sr. Rafael Ferreira Matos.

A decisão mostra a força que os latifúndios têm na região, mostra a incompetência do INCRA ao não arrecadar as terras com decreto e mostra ainda de que lado se posiciona a justiça do Estado, que sequer concedeu prazo para que as famílias saíssem da terra.

Mais um ato nefasto dos operadores do capital, que visam explorar e oprimir à classe trabalhadora ao extermo, além de violentar e criminalizar os movimentos sociais. E ainda, mais uma tentativas daqueles que representam os latifúndios, o agrogonegócio e o capital financeiro-especulativo em desarticular o setores sociais e as organizações populares que constroem um projeto popular que enfrente o neoliberalismo, o imperialismo e as causas estruturais que afetam os trabalhadores brasileiros com injustiças e desigualdades sociais.

A referida fazenda foi ocupada pelo MST em 13 de maio de 2004, e conta hoje com 24 famílias. As famílias, que não foram comunicadas da Carta de Ordem, vão perder o que produziram e as crianças que estudam na escola rural não terão como frequentar as aulas que ainda não terminaram.

Seria fundamental a solidariedade daqueles companheiros que possam estar lá amanha, para contribuir com o que for possível naquele momento.

Esse blog/movimento/jornal repudia a decisão judicial e presta apoio incondicional e radical aos companheiros do MST.

Vamos à Luta!!

9 comentários:

Carlos Henrique disse...

Pessoal, Vamos impedir isso!!!!! Vamos lá amanhã!!

revoltado disse...

essa reintegração de posse é uma vergonha! a terra já havia sido repassada do INSS para o Incra e por algum motivo obscuro, a terra voltou para os donos que roubaram o INSS. Um absurdo!

Luciane Barbosa disse...

roubaram e exploraram os verdadeiros "donos" (não tinha dono era comum - apenas território) da terra..

porque inicialmente os donos não são eles...

=(

mais um exemplo = ter propriedade é ter poder; ter conhecimento é ter propriedade


Força na luta..

Luciane Barbosa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Danilinho Serafim disse...

Camaradas fiz algumas correções no texto, depois de saber melhor a situação.

Outra coisa é que a polícia estará "cercando" as vias de acesso à ocupação desde hoje e irá intensificar a opressão a partir das 7 horas da manha, ou seja, é fundamental que os companheir@s fossem mais cedo possível.

Para os companheir@s que quiserem estar lá o onibus parte às 05:50 da rodoviária nova (terminal que vai pro rio).

Vamos forte na luta!

Abraços!

Letícia disse...

Lamento muito que mais uma vez a hegemonia do poder e do dinheiro prevaleça sobre a luta dos oprimidos.
É trágico que a justiça brasileira tome sempre o partido dos mais fortes.
Minha força e esperança de que essa luta náo tenha chegado ao fim.

Anônimo disse...

Eu acho que tem que colocar todos para fora mesmo.............. Imagina se você se casa e vem alguem e começa a comer sua mulher e voce não faz nada e tem que aceitar isso, onde estao seus direitos? é um absurdo, se fosse nos Estado Unidos quem invade terra dos outros merece tiro na bunda...... MST é o caralho

Capilo disse...

Caro anônimo ignorante, procure minimamente saber o que está acontecendo pra dar emitir sua opinião. Falar besteira é mole!

PS: E lamento pela sua esposa, deve ser mesmo revoltante.

Anônimo disse...

nossa, quanta bobagem.Ocuparam uma casa qe nao era deles ,roubaram ate dos vizinhos, destruiram o que puderam,nao sabem plantar nem abobora ou talves mandioca,basta ir la e ver o mandiocal ,e de chorar de rir.por fim restaram la 2 casais de velhos que trabalhavam na vizinhança varrendo roçando etc.Volta e meia iam la um monte de bebados esses mendingos do padre faziam bastante algazarra e iam embora porque serviço que e bom cansa.Acho bom voces colocarem o pe no chao.